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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

As savanas africanas - FERNANDO PAIXÃO












As savanas africanas

Celeiros dos animais

Girafas, rinocerontes,

Leões, hienas, chacais;

Com lobos e elefantes,

Leopardos e outros mais.

 

Tem desertos e savanas

Naquela localidade

As florestas são marcadas

Pela tropicalidade

A África nos apresenta

Sua biodiversidade.

 

 
 
 
 
 
Hoje a cultura africana

Pelo mundo está presente

São inúmeras etnias

Ao longo do continente

Na África, a maior riqueza

É seu povo, sua gente.

 

É berço da humanidade,

Deste chão que a gente habita,

O berço do artesanato

Da linguagem e da escrita

O berço da negritude

Minha África favorita. 

                                                (FERNANDO PAIXÃO)
 
 Poema que os alunos do 8º ano A - CEMAP  vão declamar no dia da Consciência negra.
Professora Elizete Gomes

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cruz e Sousa, o Cisne Negro


João da Cruz e Sousa foi um poeta brasileiro. Com a alcunha de Dante Negro ou Cisne Negro, foi um dos precursores do simbolismo no Brasil.

O Horror dos Vivos
Ao menos junto dos mortos pode a gente
Crer e esperar n'alguma suavidade:
Crer no doce consolo da saudade
E esperar do descanso eternamente.
Junto aos mortos, por certo, a fé ardente
Não perde a sua viva claridade;
Cantam as aves do céu na intimidade
Do coração o mais indiferente.
Os mortos dão-nos paz imensa à vida,
Não a lembrança vaga, indefinida
Dos seus feitos gentis, nobres, altivos.
Nas lutas vãs do tenebroso mundo
Os mortos são ainda o bem profundo
Que nos faz esquecer o horror dos vivos.
Cruz e Sousa

Ah! Toda a Alma num cárcere anda presa,
soluçando nas trevas, entre as grades
do calabouço olhando imensidades,
mares, estrelas, tardes, natureza.

Tudo se veste de uma igual grandeza
quando a alma entre grilhões as liberdades
sonha e sonhando, as imortalidades
rasga no etéreo Espaço da Pureza.

Ó almas presas, mudas e fechadas
nas prisões colossais e abandonadas,
da Dor no calabouço, atroz, funéreo!

Nesses silêncios solitários, graves,
que chaveiro do Céu possui as chaves
para abrir-vos as portas do Mistério?!
Cruz e Sousa

Etnia

Somos todos juntos uma miscigenação
E não podemos fugir da nossa etnia
Índios, brancos, negros e mestiços
Nada de errado em seus princípios
O seu e o meu são iguais
Corre nas veias sem parar
Costumes, é folclore é tradição
Capoeira que rasga o chão
Samba que sai da favela acabada
É hip-hop na minha embolada
É o povo na arte
É arte no povo
E o povo na arte de quem faz arte com o povo
Maracatu psicodélico
Capoeira da Pesada
Bumba meu rádio
Berimbau elétrico
Frevo, Samba e Cores
Cores unidas e alegria
Nada de errado em nossa etnia.
Fonte: http://www.vagalume.com.br/nacao-zumbi/etnia.html

NEGRO FORRO

NEGRO FORRO
minha carta de alforria
não me deu fazendas,
nem dinheiro no banco,
nem bigodes retorcidos.

minha carta de alforria
costurou meus passos
aos corredores da noite
de minha pele.

Adão Ventura
Fonte http://brazilianmusic.com/aabc/literature/palmares/adao.html 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Grito Negro

















Eu sou carvão!
E tu arrancas-me
brutalmente do chão
e fazes-me tua mina, patrão.
Eu sou carvão!
E tu acendes-me, patrão,
para te servir eternamente
como força motriz
mas eternamente não, patrão.
Eu sou carvão
e tenho que arder sim;
queimar tudo com a força da
minha combustão.
Eu sou carvão;
tenho que arder na exploração
arder até às cinzas da
maldição
arder vivo como alcatrão, meu
irmão,
até não ser mais a tua mina,
patrão.
Eu sou carvão.
Tenho que arder
Queimar tudo com o fogo da
minha combustão.
Sim!
Eu sou o teu carvão, patrão.
Jose craveirinha

 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

consciência negra poesia pr José do Egito


Das profundezas
Pesadelo...
Ouve se os gritos, prantos, desespero,
Lágrimas, pela face de ébano a rolar.
O tumbeiro se afasta da costa, singrando o alto-mar.
Deixo para trás, clã, tradição,
em troca receberei açoites e humilhação.
Não escolhi partir, estou sendo seqüestrado.
Vejo ao meu lado minha mulher e filhos,
todos como eu também acorrentados.
No fétido ventre da morte, me bate um desespero,
a cada dia morre mais um irmão guerreiro.
Elevo ao Grande Espírito, em silêncio uma oração.
Pedindo a Ele a mercê de morrer com meus irmãos.
Porém, ao meu pedido o Criador disse não.
Depois de meses no mar, o tumbeiro um porto atingiu,
chegamos finalmente a um País por nome Brasil
Do ventre da morte, os sobreviventes são tirados.
Famílias separadas, destinos ignorados.
Rompem-se, com isso laços, sonhos, tradição.
Vendidos como peças, cada um foi para um lado,
trabalhos na cana, nas minas, no café,
nosso sangue e suor mantém este país em pé.
Castigo, humilhação constante, vivendo das sobras,
Contra tantas injustiça resolvo me rebelar,
prefiro morrer tentando ser livre,
do que passivamente aceitar.
Num anseio por liberdade, me embrenho na densa mata,
Porém, fraco, ferido e faminto, logo sou por cães acossado.
E noite de lua cheia, uma roda se forma então.
Não é de festa de cantiga, mas sim de punição.
Assim como vim ao mundo, ao tronco sou atado.
Com a diferença que nasci livre, e hoje estou escravizado.
A sentença ouço do patrão, que avisa a quem ousar tentar,
fugir sonhando ser livre, qual preço ira pagar.
Preso ao pelourinho, em meio ao banzo, e às tristes canções,
o chicote do feitor dilacera meu corpo. Deixando macerações.
A cada toque na pele, rouba-me o sangue, arrancando do meu peito um grito.
Porém, prenderam-me o corpo, mas livre está meu espírito.
Encontro-me na fronteira entre a vida e a morte.
Em meio ao delírio e dores lancinantes, contemplo entre meus antepassados,
Esposa e filhos, que no mar morrerãm primeiro,
ela, que no ventre dos filhos trazia o terceiro.
O do meio, e o mais velho, do meu trono na África herdeiro.
Porém, a insana escravidão veio seu destino mudar, pois,
no trono de meus ancestrais, jamais irá sentar.
Vitimas do ignominioso tráfico de vidas humanas,
destinados ao Brasil, escravos na cultura de café e cana.
Pereceram diante da violência, e cruenta humilhação.
no ventre do maldito e sombrio tumbeiro.
Que transportando gente rendia aos brancos muito dinheiro.
Perdi mulher e filhos, e também bravos guerreiros.
Pois, a dureza da travessia não puderam suportar.
Como lápide para seus corpos, serviram as profundezas do mar.
Porém, apesar da saudade ser grande, esse reencontro, decido adiar.
Pois, por mais que a vida seja dura, em nome dos vivos preciso lutar.
É que o sonho de ser livre acalenta minha alma,
por isso essa fronteira me recuso por hora atravessar.
Trinta e oito...
Trinta e nove... chega, grita o patrão.
Que isso sirva de alerta, pra todo negro fujão.
Deixe o passar a noite, preso ao relento,
que o frio da madrugada seja ungüento para seus ferimentos.
A noite de luar, me traz nostalgia e indagações
Açoites, humilhações, saudade do lar...
Criador, o que fiz eu? Porque tantas humilhações?
Da liberdade para o tumbeiro,
Do tumbeiro para a senzala,
Da senzala para o pelourinho,
Perdi pátria, dignidade e família.
Trabalho dia e noite, para um povo que só me humilha.
Por causa da cor da pele, sou como animal tratado.
Responda-me Senhor qual foi o meu pecado?
Dizem, que vim do continente maldito, e sem alma fui criado,
o cristão explica que sou, um infeliz descendente de cão,
criado para ser dominado, para se cumprir a maldição.
Outro branco letrado, amigo da sabedoria,
explica da mesma forma essa cruel vilania.
Sou de raça inferior, diz o sábio pensador,
E que tal ordem estabelecida, ninguém pode questionar,
pois, alguns nasceram dominados, e outros para dominar.
O batismo dos civilizados, me impuseram então, contudo
não consigo entender tal religião,
que permite que um homem tenha como propriedade seu irmão.
Pois mesmo sendo batizado, assim como meu sinhô, também é,
sacramento que nos fez irmãos, seguidores da mesma fé.
Oramos ao mesmo Deus, somos filhos do mesmo Pai.
Para ele ficou as bênçãos, para mim gemidos, dores e ais.
Mesmo sem saber orar, pergunto ao Deus do céu.
Que pecado cometi eu, para merecer destino tão amargo como fel.
Uma voz no meu interior, me diz, filho, o pecado não é teu não.
E sim daqueles, que deveriam em meu nome pregar o amor
Mas, se perdendo e em seus vãos raciocínios, semearam
segregação, intolerância e dor, e em nome do materialismo,
Trocaram a verdade pela mentira, da vida julgaram-se senhores.
Distorceram minha Palavra, e numa ignomínia tal
Escravizaram seus semelhantes, como se de mim tivessem aval.
Em nome do dinheiro e poder,
a seres humanos escravizam, matam e deixam à míngua morrer.
Baseados na clareza de sua pele, se declarando superiores, sábios e forte,
impondo aos que julgam inferiores, dores, humilhação e morte.
Porém, saiba que sou contigo, não te abandonei à própria sorte
O povo negro ainda se levantará como gigantes nessa nação.
Porém, não será sem luta, lágrimas e traição.
Por Mim mesmo juro Eu, que zelo pela justiça e o direito, para que se cumpra
Eu, de cuja boca não procede palavras infrutíferas e vazia
que toda injustiça praticada, desde quando da África, fostes arrancados.
Bem como o sangue de todo negro injustamente derramado nos canaviais,
minas, casas grandes, pelourinhos eitos e cafezais, somados ao pranto e gemidos de dor,
Arrancados pelo chicote do senhor e do feitor,
Subiram até minha presença, trazendo o mesmo clamor por justiça
de quando o sangue de Abel minha testemunha no inicio foi derramado.
Pr. José do Carmo da Silva (Zé do Egito)
Igreja Metodista em Fátima do Sul - MS.


Real libertação
O Sonho de ser novamente, livre como na África nasci,
acalenta-me a esperança, me levando a resistir.
As revoltas, a capoeira, as fugas, os quilombos,
Zumbi e o sonho de Palmares.
Depois de muitas lutas, sangue dos dois lados derramados
Cotegipe, sexagenário, ventre livre,
lutas de brancos e negros abolicionistas.
Por interesse da Coroa inglesa, por gesto final de uma princesa,
uma assinatura parecia fim ao pesadelo ter colocado.
Porém, infelizmente foi uma decepção.
Pois, não existe plena liberdade, sem justiça e reparação.
118 anos se vai, desde a pseudo libertação.
Olhando ao derredor, é fácil a triste constatação,
que o sol da liberdade não raiou por inteiro,
no horizonte, ainda sofrido do afro-brasileiro.
Cessaram-se os castigos, mas, permanece a humilhação,
pois, do trabalho exercido o negro, não recebeu seu quinhão.
O preconceito racial, aliado ao estigma da escravidão,
fizeram-nos párias, invisíveis nessa nação.
Na qual depois que fizemos o bolo, com nossas lágrimas, suor e sangue misturados.
Não nos vem à justa fatia nas mãos
Simplesmente fomos a própria sorte abandonados.
Das senzalas para as favelas..
Vivendo de subemprego, na luta pelo pão,
variando entre pedreiro, e catador de papelão.
Porteiro de hotel, ou vigia da mansão.
Cortador de cana, carvoeiro, bóia fria.
Doméstica, cozinheira, arrumadeira, passadeira
As mesmas funções que na casa grande exercia.
A única diferença, tendo como paga uma ninharia,
inferior ao ganho dos brancos, pela mesma função e número de dias.
A acessão poderá ser fácil, se o negro tiver algum talento,
nos campos de futebol, ou na indústria do entretenimento.
Medidas paliativas, que não curam de todo o mal,
pois, somente o acesso à universidade,
porá fim a esse fosso social.
Algumas coisas tem mudado.
Isso não podemos negar.
Porém, é muito pouco, não podemos nos calar.
Pois, o sol nasceu para todos, e dele queremos desfrutar.
Assim como a sombra digna de uma casa para morar.
Ensino fundamental de qualidade,
Ensino médio e faculdade
Emprego, justiça, plena cidadania.
Dignidade e respeito, seja no centro ou na periferia
Ao ler essas estrofes, desta triste mais verdadeira poesia,
você pode me dizer que o supracitado é sonho, quimera, utopia
Que por isso tudo anela o branco, e não tem no seu dia a dia.
Que, quem pensa ser o negro? E porque isso teria?
Tendenciosa ou honestamente, podes tu ainda argumentar.
Que negros são discriminados, por serem pobres e não pela cor.
Que o negro não e discriminado, mas sim discriminador.
Eu respondo sem titubeio, que são pelas duas condições.
Pois pobreza nesse País tem cor, e só prestar atenção.
A cada dez pobres, seis são negros meu irmão.
Quanto ao sonho, em parte vou de você discordar,
Pois, a vida perde o sentido, quando se deixa de sonhar.
Creio que nossos sonhos são na verdade,
reflexos de direitos a nós negados no passado.
Manifestando-se no presente, com força para mudar nosso futuro.
Porém, os sonhos não se realizam na vida de quem fica sobre o muro.
E quando nós negros voltamos ao passado, dando livre curso ao subconsciente.
De lá, então os sonhos afloram, renovando a esperança da gente.
Porém, os olhos da realidade jamais podemos tirar,
para não sermos alienados, convém uma coisa lembrar.
Que se o sonho, se sonhar só, simplesmente será sonhar,
mas, se o sonho, que se sonha, for sonhado em grupo,
E tal grupo de oprimido nele realmente acreditar,
A ponto de por ele se sacrificar, sofrer perseguições e em Deus força buscar.
É sonho que ninguém nesse mundo impedirá de se concretizar
Há 118 anos, o povo negro tem sonhado com uma justa participação,
em todas as áreas importantes dessa nação.
É, preciso sonhar o sonho, que Luther King sonhou,
e pelo qual Zumbi dos Palmares, e outros negros e brancos lutou.
É urgente abrir a boca, e a falsa democracia racial denunciar,
pois, para que a injustiça se perpetue, basta o oprimido se calar.
E o silencio nasce, quando a esperança morre, e se deixa de sonhar.
Irmãos negros levantemos a cabeça, e reescrevamos nossa história
Usando como tintas, o diálogo, a fé e a razão.
Pois, somente assim brilhará do Sol a clara luz
Trazendo a vida plena a todas as etnias, pelas quais morreu Jesus.
E aos brados de Vassum Crisso, Vassum Crisso, a justiça e a paz se abraçarão.

Pr. José do Carmo da Silva (Zé do Egito)
Igreja Metodista em Fátima do Sul - MS.
Fonte: http://www.metodista.org.br/consciencia-negra-poesia-pr-jose-do-egito

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Evoluimos


20 de novembro de 2020
Um dia em que o mundo se fez melhor
Onde todos andam juntos com o seu proximo
Não importando-se com suas diferenças
Só ligando para suas crenças
Que guiaram o mundo até esses dias
Dias de armonia e felicidade
Onde o preconceito, ódio e terror se foram
Para dar lugar a paz que flora em seus corações
Um dia em que tudo se realizou
De seus mais perversos sonhos, até o seus mais doces
Tudo se fez como queria
Para a nossa alegria aumentar até a euforia
Ao acordar naquele dia, ja sentia um ar diferente
Ar de tudo contente
Ar de que o mundo fluia naturalmente
Sem aquela corrente que tornava muitos doente
A corrente que nasceu ha muito tempo atrás
Na época em que nem tudo no mundo era conhecido
Onde alguns achavam que podiam dominar os outros
E os dominados era tratados como animas
Sem valor, sem amor, sem vida
Eram apenas escravizados para o bem de outros
Mas até que enfim o mundo se tornou um lugar melhor
Hoje todos podem ser o que quiserem
Não seram tratados com indiferença nem pelas suas crenças
Somos todos iguais desde hoje e sempre fomor
Quer prova maior?
Veja o corpo de um negro com o de um branco
Simplesmente não ha diferença, entre mim e você nem ninguém
Viemos todos do mesmo lugar então por que sermos tratados diferentes?
Por que o ser humano não é um bom animal
Ele só pensa em si mesmo, somente na sua sobrevivência
E não na do seu grupo, ou do seu mundo
Mas ainda bem que agora em 2020 evoluímos
E estamos pensando diferente agora, por isso tantas inovações
Mas eu sei que em alguns corações ainda ha a indiferença
Mas nem precisam tentar mudar isso, o que foi feito está no passado
Agora todos somos o que queremos ser, temos o que queremos e vivemos bem
Pois em milhares de anos, chegou a hora certa
A hora em que o ser humano se tornou igual ao outro

Maicon Gabriel Sona Satin - 2A - cemap 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

‘’O que desejo para 20 de novembro de 2020’’


Povo de respeito,
Povo de muito amor,
Em 2020 espero que não sintam
Nenhuma dor.

Povo especial
Cheio de educação
Deve ser considerado o tal
É parte do orgulho da nação

Negro
Povo importante
Povo integro

Povo de raça
Povo fiel
Povo de graça.



Povo de respeito,
Povo de muito amor,
Em 2020 espero que não sintam
Nenhuma dor.

Povo especial
Cheio de educação
Deve ser considerado o tal
É parte do orgulho da nação

Negro
Povo importante
Povo integro

Povo de raça
Povo fiel
Povo de graça.

 Aluna Jéssica Almeida - 2A - cemap - 2013

Colégio Estadual Marco Antonio Pimenta.

VIVER ETERNAMENTE

Desejo a felicidade plena
que é por onde quero estar
então não me procure aqui
mas sim em outro lugar

Um bom futuro venho a esperar
para sonhar e realizar
Afinal, do que adianta sonhos
se eu não poder realizar?

Desejo sonhar o que é impossível
e realizar obras incríveis
inovar fazendo o que não é visível
e assim trazer momentos inesquecíveis.

Amigos sempre terei
fieis, companheiros e irmãos
não há de esquecer se de nenhum
pois os guardarei sempre no coração

Uma profissão exercerei
com meu diploma na mão
minha vida construirei
e caminharei em novos chão

Desejo uma família formada
minha mulher já escolhida
e meus planos arrumados
para o começo de nova e eterna vida

Momentos eternos presenciarei
sorrisos e choros darei
cada momento farei valer
pois o importante, é saber viver.


Aluno: Vitor Maia - 2A - CEMAP - 2013

Até onde iremos chegar?



Chega de racismo
De histórias mal contadas
Chega de mentiras esfarrapadas
E daqui a 20 anos, qual será a desculpa?
Quem diz por aí que negro não vale nada?
Esse preconceito que rola solto
Ainda existirá daqui a sete anos?

Logo ele que é sempre humilhado
Chega de arrogância, e piadinhas de mau gosto
Daqui vinte anos meu irmão, você que julga
pode estar no fundo do poço.
Branco tenha cuidado,
pois quem muito se exala
acaba sendo humilhado.
É preciso desde já
Com amor todo gentil
Acabar de vez com o preconceito
que reina sobre o Brasil
Em 2020, quero ver o negro
Sorrindo tanto
Como a Daiane, pele e Gilberto Gil

Aluna: Carolina Magon |nº: 05 | série: 3ºA - cemap 2013

20 de novembro de 2020 - O que desejo


Desejo no ano de 2020, que não exista mais preconceito racial, e torne apenas uma vaga lembrança, que trouxe sofrimento para milhões de negros de todo o mundo. As pessoas serão tratadas igualmente, seja branca ou negra, o que importará será o que realmente a pessoa é, e não pela cor que tem.

A igualdade racial prevalecerá, e compensara todos os sofrimentos dos escravos no tempo da colonização do Brasil. O tempo transformará mais ainda, o pensamento das pessoas, pois acredito num mundo sem preconceito racial. Em que crianças brancas e negras, poderão brincar livremente sem o impedimento de pais preconceituosos.

E no dia 20 de novembro de 2020, será um dia muito especial, com danças e musicas do tempo da escravidão, brancas e negros, com ótimos relacionamentos entre si, e principalmente sem preconceitos raciais. 




Poema

Consciência negra

No dia 20 de novembro de 2020
As pessoas comemoraram a consciência negra,
Com reflexões que lembraram
Os quilombos do Brasil.

No ano de 2020, tudo irá mudar,
As pessoas serão diferentes
E os preconceitos irão acabar.

O que importará não vai sua cor,
E sim, o que você realmente é,
Mesmo sendo branca ou negra,
Todos serão iguais.

Os negros não terão que aquentar os olhos superiores
De brancos preconceituosos.
Pois tudo irá mudar,
Os negros também irão comandar
Lugares importantes
De chefes militares até presidente da república,
Eles poderão alcançar.

aluna: Isabella Costa Santana  n°: 15 série: 1° ano B - CEMAP 2013