Degustação de alimentos de origem afro - 1A
Dia: 14/11/2013
Horário: 10h20 às 11h50h
Local: Sala 6 - CEMAP
Conheça a contribuição da gastronomia africana na alimentação brasileira. A culinária africana se tornou uma fonte de ingredientes, não só para o Brasil, mas para diversos países do mundo.
"Sou a aluna gioivanna Alves do 1anoA do ensino medio , para começar
o trabalho estou enviando primeiramente a receita do prato que irei
apresentar para meus colegas em comemoraçao da conciência negra
no Brasil.
Obrigado pela sua atenção. professora: Laura Lopes"
Feijoada
Ingredientes
250 g de costela de porco salgada
200 g de rabo de porco salgado1 1/4
xícara de feijão preto
1 laranja com casca cortada em 4
partes
200 g de toucinho fresco cortado em
cubinhos
400 g de banha de porco
1 maço de coentro
1 maço de cebolinha
5 folhas de louro
1/4 xícara de cachaça
4 dentes de alho picado
200 g de pé de porco salgado
200 g de orelha de porco salgada
250 g de lombo de porco salgado
350 g de carne-seca
200 g de carne fresca de peito bovino
250 g de língua defumada
200 g de paio
200 g de linguiça calabresa
1 1/4 xícara de feijão preto
1 laranja com casca cortada em 4
partes
200 g de toucinho fresco cortado em
cubinhos
400 g de banha de porco
1 maço de coentro
1 maço de cebolinha
5 folhas de louro
1/4 xícara de cachaça
4 dentes de alho picados
1 cebola picada em cubos.
A FEIJOADA FOI CRIADA PELOS ESCRAVOS
Diz uma lenda
que, nos tempos coloniais, os escravos criaram o prato aproveitando as sobras de
comida da casa-grande, que incluíam partes descartadas do porco, como pés,
orelhas e rabo. Uma explicação bem novelesca, com jeitão de Escrava Isaura, mas
completamente falsa. "Naquele tempo, essas partes do animal nem eram
consideradas menos nobres. Cabeças, rabos e patas eram disputados como
iguarias, até porque a carne não era alimento comum nem na mesa dos senhores”. Bem
mais provável é que a feijoada seja uma adaptação local do cozido português -
na Europa da época, surgiram outros pratos juntando carnes variadas e feijão
(só que branco). Os acompanhamentos da feijoada servidos hoje - arroz branco, farofa,
couve refogada e laranja - só foram incorporados muito mais tarde,
provavelmente no século 19. A bem da verdade, a dieta dos escravos nem era tão
diferente da dos senhores. A alimentação no Brasil colonial era muito pobre, em
razão da agricultura e do transporte bastante deficientes e do alto preço dos
produtos vindos de Portugal. E os donos do poder não podiam deixar os escravos à
míngua, ou eles não teriam forças para trabalhar. Assim, ricos e pobres comiam
basicamente a mesma coisa: um angu feito de farinha de mandioca e água,
carne-seca, feijão, milho e algumas frutas, como coco e banana.
Cuscuz Doce
litro de leite
· Ingredientes
1 copo de farinha de tapioca fina
·
6 colheres de açúcar
·
1 lata de leite condensado
·
1 saquinho de coco ralado adoçado e
úmido
E Em uma panela coloque 1 litro de leite, 1 copo de
farinha de tapioca e o açúcar
Mexa em fogo brando
até que os ingredientes fiquem grossos e começem a borbulhar
Depois coloque os ingredientes em um refratário de
vidro e coloque um pano em baixo do refratário para não quebrar
Coloque o cuscuz no
refratário e deixe esfriar totalmente
Depois adicione o coco ralado
Coloque na
geladeira até que gele e coloque o leite condensado na hora que for servir
O Cuscuz – ou Couscous –, consumido principalmente nas regiões sudeste e nordeste do País, não é brasileiro. O prato, delicioso, surgiu em Maghreb, no norte da África. Entre 1495 e 1521, segundo o dramaturgo português Gil Vicente, a comida chegou a Portugal. Não se sabe ao certo quando veio ao Brasil, mas provavelmente deve ter sido em 1808, época em que a família real desembarcou em terras tupiniquins. Pode ser feito com coco ralado, açúcar, água ou leite. O cuscuz doce é um prato originário da culinária africana com ingredientes brasileiros de origem indígena. Também é conhecido como cuscuz branco, é um preparado a partir da fécula da mandioca, conhecida como tapioca. Pode ser doce ou salgado.
Abará
Ingredientes
1 quilo de feijão
fradinho
½ quilo de cebola
1 colher de sopa de sal
1 xícara de camarões defumados
½ xícara de azeite de dendê
pimenta
½ quilo de cebola
1 colher de sopa de sal
1 xícara de camarões defumados
½ xícara de azeite de dendê
pimenta
Modo de
Preparo:
Coloque de molho o feijão fradinho de um dia para o outro. Esfregue para soltar as cascas e lave para eliminá-las.
Passe num moedor junto com a cebola e, depois, bata até ficar uma massa leve.
Tempere com sal, junte o camarão seco moído, pimenta e azeite de dendê.
Ponha folhas de bananeira na chama, em pedaços de 20x25 centímetros e embrulhe porções da massa.
Cozinhe no vapor do cuscuzeiro.
Sirva com molho de acarajé.
Coloque de molho o feijão fradinho de um dia para o outro. Esfregue para soltar as cascas e lave para eliminá-las.
Passe num moedor junto com a cebola e, depois, bata até ficar uma massa leve.
Tempere com sal, junte o camarão seco moído, pimenta e azeite de dendê.
Ponha folhas de bananeira na chama, em pedaços de 20x25 centímetros e embrulhe porções da massa.
Cozinhe no vapor do cuscuzeiro.
Sirva com molho de acarajé.
O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.
O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, sal, camarão seco e azeite de dendê.
Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros.
Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. Pode ser comido puro, mas geralmente é ingerido com o camarão, caruru, vatapá e salada,e para quem gosta, pimenta
Charles Korneiczuk Toledo Nº05 1ºA
Quindim
Ingredientes:
- 10 gemas de ovos
- 50g de coco ralado
- 1 vidro pequeno de leite de coco
- 200g de açucar
- Manteiga e açucar, para untar
Modo de Preparo:
Separe as claras das gemas
- É importante você quebrar os ovos dentro de uma tigelinha separada antes de colocar na tigela em que o doce vai ser preparado, pois se algum ovo estiver podre, os outros ingredientes não ficarão contaminados
- As claras não serão utilizadas, mas guarde para preparar um suspiro ou pudim de claras
- Unte com manteiga e açúcar uma forma com buraco no meio ou forminhas individuais
- Na tigela em que estão as gemas, junte o açúcar, o leite de coco e o coco ralado
- Misture delicadamente
- É importante não misturar muito
- Coloque a mistura dentro da forma e leve ao forno pré-aquecido à 110°C por aproximadamente 50 minutos
- Para saber se o quindim está pronto, verifique se a parte de cima está corada e espete um palito dentro para ver se sai seco
- Quando o quindim estiver pronto, retire do forno e deixe ficar morno
- Coloque um prato por cima da forma e vire delicadamente para o quindim cair sobre o prato
- É importante não desenformar
quente, pois o quindim quebra, e nem frio, pois pode não soltar da
forma.
Origem:Entres as frutas mais usadas nas culinárias brasileiras podemos citar o coco que é indispensável em alguns quitutes de origem africanas mas que foram trazidos para o Brasil pelos africanos.O quindim tem dois principais ingredientes o coco de origem africano e ovos de origem Portuguesa.A massa de coco e o creme de ovos de nosso quindim é o segredo que encanta o paladar de nossos consumidores e é isso que diferencia quando a qualidade do doce é superior.Eduardo Matsumoto Spada N*34 1*A
A
historia do quindim: receita original do quindim é portuguesa e
consiste basicamente em uma mistura de ovos e açúcar, temperada com
amêndoas. E, lá em portugal, o nome deste doce é brisa-do-lis.
Aqui no Brasil, as amêndoas foram substituídas por coco ralado, no
Nordeste. Aí, com o uso do coco, que era um alimento muito usado
pelas cozinheiras africanas, o quindimn surge como receita
brasileira. Aliás, o nome quindim é africano. Quindim é um termo
banto (grupo linguístico que reúne idiomas de várias tribos
africanas da região do antigo Congo). Na origem africana, quindim
significa dengo, encanto, é um tratamento carinhoso
Ingredientes
12
gemas
450
g de açúcar
1
colher de sopa de manteiga
1
coco ralado
gotas
de limão para a calda
Modo
de preparo:
Rale
o coco e não retire o leite. Coloque o açúcar numa panela com um
pouco de água e umas gotas de limão e leve ao fogo para obter uma
calda grossa. Passe as gemas por uma peneira (não de metal). Deixe
esfriar a calda e junte as gemas peneiradas, o coco ralado e a
manteiga, mexendo bastante. Despeje em forminhas untadas com manteiga
e leve ao forno quente, em banho-maria, para assar.
Silva Leticia - Serie:1ºA
Pé de moleque
Ingredientes
·
1 kg de rapadura pura
·
1 kg de amendoim torrado e moído
·
250 ml de leite
Modo
de preparo
·
Misturar todos os ingredientes, menos
o leite condensado em uma panela e levar ao fogo baixo até caramelizar, mexendo
sempre sem deixar queimar
·
Tirar do fogo e colocar rapidamente o
leite condensado mexendo bem, num tabuleiro untado com margarina,distribua em
colheradas
ORIGEM
Os
escravcos etavam colhendo café quando encontraram uma planta com umas bolinhas.
E deram o nome de amendoim e além de comer eles colocaram, leite e rapadura e
deram o nome de pé de muleque e esse produto foi exportado para alguns países e
eles foram melhorando e hoje tem mais de 99 receitas de pé de muleque.
joao lucas 1 A
*500 g de amendoim torrado e sem pele
*2 xícaras de chá de açúcar refinado
*1/2 xícara de chá de farinha de milho amarela
*1 colher de café de sal
*2 colheres de sopa bem cheias de manteiga
Modo de preparo:
1-Primeiramente torre o amendoim, coloque em uma
assadeira e leve ao forno médio para torrar durante 12 minutos.
2-Coloque no processador ou liquidificador todos os
ingredientes, menos a manteiga, bata bem por uns 10 minutos (liquidificador 15
a 20 minutos).
3-Depois acrescente aos poucos a manteiga derretida
até formar uma farofa bem úmida
4-Utilize um caninho curto (pode ser cano de PVC) ou
caninho de metal redondo e coloque a farofa de um lado, do outro lado segure
com a ponta dos dedos.
5-Tem que colocar a farofa e pressionar com os dedos
para ficar bem compacto.
6-Quando não couber mais farofa empurre com a ponta do
dedo de um lado e segure com a mão do outro lado para retirá-lo.
Origem da paçoca:
A paçoca doce é uma adaptação brasileira das
culinárias Africana e Indígena A
origem da paçoca remonta (tem origens antigas) ao período do Brasil-Colônia,
mas há relatos de que o hábito de misturar a farinha de mandioca a outros
ingredientes era comum entre os nativos da América, bem antes da chegada do
colonizador europeu (os portugueses). O costume de fazer paçoca com amendoim
chegou ao Brasil através da colonização, mas a mistura da farinha de mandioca
com outras sementes, raízes e temperos já era uma prática comum entre os índios.
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